Eleições 2006
Tuesday, October 31, 2006
Sunday, October 08, 2006
Sunday, October 01, 2006
Ibope - Jaques Wagner vira eleição na Bahia
Boca-de-urna da Bahia
Jaques Wagner (PT) - 49%
Paulo Souto (PFL) - 43%
Outros - 5%
Jacques pode vencer no primeiro turno, segundo o Ibope.
Boca-de-urna de Pernambuco
Mendonça Filho (PFL) - 39%
Eduardo Campos (PSB) - 34%
Humberto Costa (PT) - 22%
Outros - 5%
Haverá segundo turno.
Boca-de-urna de Goiás
Alcides Rodrigues (PP) - 47%
Maguito Vilela (PMDB) - 42%
Barbosa Neto (PSB) - 7%
Haverá segundo turno.
FONTE: Blog do jornalista Noblat(texto do dia 01/10/2006)
Jaques Wagner (PT) - 49%
Paulo Souto (PFL) - 43%
Outros - 5%
Jacques pode vencer no primeiro turno, segundo o Ibope.
Boca-de-urna de Pernambuco
Mendonça Filho (PFL) - 39%
Eduardo Campos (PSB) - 34%
Humberto Costa (PT) - 22%
Outros - 5%
Haverá segundo turno.
Boca-de-urna de Goiás
Alcides Rodrigues (PP) - 47%
Maguito Vilela (PMDB) - 42%
Barbosa Neto (PSB) - 7%
Haverá segundo turno.
FONTE: Blog do jornalista Noblat(texto do dia 01/10/2006)
Bocas-de-urna: IBOPE
Boca-de-urna SP: segundo o Ibope, Serra tem 58% dos votos válidos, contra 30% de Mercadante e 6% de Quércia. A margem de erro é de dois pontos percentuais. (17:03 hs)
Boca-de-urna MG: Aécio Neves (PSDB) tem 75% dos votos válidos, contra 22% de Nilmário Miranda (PT), segundo o Ibope. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (17:05 hs)
Boca-de-urna RJ: segundo o Ibope, Sérgio Cabral (PMDB) tem 41% dos votos válidos, contra 23% de Denise Frossard (PPS) e 21% de Marcelo Crivella (PRB), empatados na disputa pela segunda vaga no segundo turno. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.(17:06 hs)
Senado SP: Eduardo Suplicy (PT) tem 48% dos votos válidos; Guilherme Afif Domingos (PFL) tem 37%, segundo pesquisa boca-de-urna do Ibope.(17:10hs)
FONTE: UOL(texto do dia 01/10/2006)
Boca-de-urna MG: Aécio Neves (PSDB) tem 75% dos votos válidos, contra 22% de Nilmário Miranda (PT), segundo o Ibope. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (17:05 hs)
Boca-de-urna RJ: segundo o Ibope, Sérgio Cabral (PMDB) tem 41% dos votos válidos, contra 23% de Denise Frossard (PPS) e 21% de Marcelo Crivella (PRB), empatados na disputa pela segunda vaga no segundo turno. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.(17:06 hs)
Senado SP: Eduardo Suplicy (PT) tem 48% dos votos válidos; Guilherme Afif Domingos (PFL) tem 37%, segundo pesquisa boca-de-urna do Ibope.(17:10hs)
FONTE: UOL(texto do dia 01/10/2006)
Votação termina em 19 Estados e no DF
A votação terminou agora em 20 unidades da Federação: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá, Tocantins, Goiás, Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte e Sergipe.
FONTE: UOL(texto do dia 01/10/2006, às 17:02
FONTE: UOL(texto do dia 01/10/2006, às 17:02
PMDB elegerá o maior número de governadores, indicam pesquisas
Por Márcia Detoni
SÃO PAULO, 1o de outubro (Reuters) - Depois de eleger o maior número de prefeitos em 2004, o PMDB também deve eleger nestas eleições o maior número de governadores, podendo assumir a administração de nove Estados, de acordo com pesquisas realizadas pelos institutos de opinião.
A boa votação nos Estados aumenta o cacife dos partidos nas negociações para futuras alianças políticas. Os governadores têm influência sobre deputados e senadores de seus Estados no Congresso, podendo ser bastante úteis na arregimentação de votos no Parlamento.
Os peemedebistas, que hoje governam sete Estados, estão na frente em todos eles: Rio de Janeiro (Sérgio Cabral), Rio Grande do Sul (Germano Rigotto), Santa Catarina (Luiz Henrique), Paraná (Roberto Requião), Espírito Santo (Paulo Hartung), Tocantins (Marcelo Miranda) e Amazonas (Eduardo Braga).
O PMDB também aparece como favorito em dois outros: Goiás (Maguito Vilela) e Mato Grosso do Sul (André Pucinelli). O PSDB é outro partido com influência nos Estados. Os tucanos elegeram sete governadores em 2002 e devem ficar com seis neste pleito.
De acordo com as pesquisas, o partido manterá o poder em quatro Estados: São Paulo (José Serra), Minas Gerais (Aécio Neves), Pará (Almir Gabriel), Roraima (Ottomar Pinto). Há também uma boa chance de manter o governo da Paraíba, onde Cássio Cunha Lima concorre à eleição em uma disputa acirrada com o peemedebista José Maranhão.
O PSDB deve perder, no entanto, o governo de dois Estados: do Ceará, onde o ex-tucano Cid Gomes (PSB) lidera as intenções de voto com ampla vantagem, e de Goiás, onde o tucano Marconi Perillo passou o cargo a Alcides Rodrigues, do PP, para concorrer ao Senado. O favorito na disputa é Maguito Vilela (PMDB), seguido muito de perto por Rodrigues.
Os tucanos têm, porém, a chance de agregar um novo governo, o de Alagoas, onde Teotônio Vilela Filho empatou nas pesquisas com João Lira, do PTB
O PFL, influente no Norte-Nordeste, pode ficar com quatro Estados. O partido deve manter o poder na Bahia, onde o governador Paulo Souto, apoiado por Antônio Carlos Magalhães, tem 48 por cento das intenções de voto, segundo o Ibope.
O partido também deve recuperar o governo do Maranhão, que era do PFL, mas passou para o PSB quando o governador José Reinaldo Tavares rompeu com a família Sarney e deixou o partido em 2004. Roseana Sarney lidera a disputa com 60 por cento das intenções de voto.
O PFL pode ficar ainda com o governo de Pernambuco (Mendonça Filho) e é o franco favorito ao governo do Distrito Federal (José Roberto Arruda).
A sigla deve, no entanto, perder o governo de Sergipe, onde o petista e ex-prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, pode derrotar o atual governador João Alves já no primeiro turno.
PT, PPS E PSB
O PT, que elegeu três governadores em 2002, vai perder o governo do Mato Grosso do Sul, mas deve manter os governos do Acre e do Piauí e vencer em Sergipe.
No Mato Grosso do Sul, governado nos últimos oito anos por Zeca do PT, o peemedebista André Pucinelli lidera as pesquisas por uma ampla margem e deve se eleger ainda no primeiro turno.
No Acre, Jorge Viana deve fazer o sucessor, com a eleição do petista Binho Marques, e, no Piauí, o atual governador Wellington Dias é o franco favorito.
O PPS pode ficar com dois Estados: Mato Grosso (Blairo Maggi) e Rondônia (Ivo Cassol). O PSB, favorito no Ceará, também deve reeleger a governadora Wilma Faria no Rio Grande do Norte. O PDT deve eleger apenas um governador: Waldez Góes, no Amapá.
FONTE: Reuters(texto do dia 01/10/2006)
LINK: http://about.reuters.com/dynamic/countrypages/brazil/1159700366nN30356544.ASP
SÃO PAULO, 1o de outubro (Reuters) - Depois de eleger o maior número de prefeitos em 2004, o PMDB também deve eleger nestas eleições o maior número de governadores, podendo assumir a administração de nove Estados, de acordo com pesquisas realizadas pelos institutos de opinião.
A boa votação nos Estados aumenta o cacife dos partidos nas negociações para futuras alianças políticas. Os governadores têm influência sobre deputados e senadores de seus Estados no Congresso, podendo ser bastante úteis na arregimentação de votos no Parlamento.
Os peemedebistas, que hoje governam sete Estados, estão na frente em todos eles: Rio de Janeiro (Sérgio Cabral), Rio Grande do Sul (Germano Rigotto), Santa Catarina (Luiz Henrique), Paraná (Roberto Requião), Espírito Santo (Paulo Hartung), Tocantins (Marcelo Miranda) e Amazonas (Eduardo Braga).
O PMDB também aparece como favorito em dois outros: Goiás (Maguito Vilela) e Mato Grosso do Sul (André Pucinelli). O PSDB é outro partido com influência nos Estados. Os tucanos elegeram sete governadores em 2002 e devem ficar com seis neste pleito.
De acordo com as pesquisas, o partido manterá o poder em quatro Estados: São Paulo (José Serra), Minas Gerais (Aécio Neves), Pará (Almir Gabriel), Roraima (Ottomar Pinto). Há também uma boa chance de manter o governo da Paraíba, onde Cássio Cunha Lima concorre à eleição em uma disputa acirrada com o peemedebista José Maranhão.
O PSDB deve perder, no entanto, o governo de dois Estados: do Ceará, onde o ex-tucano Cid Gomes (PSB) lidera as intenções de voto com ampla vantagem, e de Goiás, onde o tucano Marconi Perillo passou o cargo a Alcides Rodrigues, do PP, para concorrer ao Senado. O favorito na disputa é Maguito Vilela (PMDB), seguido muito de perto por Rodrigues.
Os tucanos têm, porém, a chance de agregar um novo governo, o de Alagoas, onde Teotônio Vilela Filho empatou nas pesquisas com João Lira, do PTB
O PFL, influente no Norte-Nordeste, pode ficar com quatro Estados. O partido deve manter o poder na Bahia, onde o governador Paulo Souto, apoiado por Antônio Carlos Magalhães, tem 48 por cento das intenções de voto, segundo o Ibope.
O partido também deve recuperar o governo do Maranhão, que era do PFL, mas passou para o PSB quando o governador José Reinaldo Tavares rompeu com a família Sarney e deixou o partido em 2004. Roseana Sarney lidera a disputa com 60 por cento das intenções de voto.
O PFL pode ficar ainda com o governo de Pernambuco (Mendonça Filho) e é o franco favorito ao governo do Distrito Federal (José Roberto Arruda).
A sigla deve, no entanto, perder o governo de Sergipe, onde o petista e ex-prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, pode derrotar o atual governador João Alves já no primeiro turno.
PT, PPS E PSB
O PT, que elegeu três governadores em 2002, vai perder o governo do Mato Grosso do Sul, mas deve manter os governos do Acre e do Piauí e vencer em Sergipe.
No Mato Grosso do Sul, governado nos últimos oito anos por Zeca do PT, o peemedebista André Pucinelli lidera as pesquisas por uma ampla margem e deve se eleger ainda no primeiro turno.
No Acre, Jorge Viana deve fazer o sucessor, com a eleição do petista Binho Marques, e, no Piauí, o atual governador Wellington Dias é o franco favorito.
O PPS pode ficar com dois Estados: Mato Grosso (Blairo Maggi) e Rondônia (Ivo Cassol). O PSB, favorito no Ceará, também deve reeleger a governadora Wilma Faria no Rio Grande do Norte. O PDT deve eleger apenas um governador: Waldez Góes, no Amapá.
FONTE: Reuters(texto do dia 01/10/2006)
LINK: http://about.reuters.com/dynamic/countrypages/brazil/1159700366nN30356544.ASP
PT deve obter boa bancada no Congresso, apesar dos escândalos
Por Cláudia Pires e Márcia Detoni
SÃO PAULO, 1o de outubro (Reuters) - Apesar dos escândalos, o PT ainda deve sair das urnas neste domingo com uma bancada considerável no Congresso, avaliam especialistas. A maior bancada na Câmara e no Senado, no entanto, deve ser a do PMDB.
As eleições de domingo vão renovar as 513 cadeiras na Câmara dos Deputados e um terço do Senado, o que corresponde a 27 dos 81 parlamentares da Casa.
Em função do novo escândalo envolvendo petistas na compra de um dossiê contra políticos tucanos, alguns centros de estudos e empresas de marketing político revisaram suas projeções para a composição do novo Congresso, e há divergências quanto ao tamanho da nova bancada do PT na Câmara.
Na avaliação da consultoria Arko Advice, o PT --que hoje tem 81 deputados-- deve eleger uma bancada semelhante à atual, com 70 a 85 representantes. Já o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), prevê uma redução para 60 a 75 deputados.
Para o Núcleo de Estudos sobre o Congresso do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), o novo escândalo não afetará a tendência de crescimento da bancada petista. O Iuperj prevê a eleição de até 108 deputados petistas em função da grande popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
David Fleischer, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), afirma, no entanto, que o impacto das denúncias não pode ser subestimado.
"O PT foi bastante danificado em vários Estados", resumiu Fleischer. Ele avalia que o PT elegerá entre 45 e 50 deputados.
PMDB, PFL E PSDB
Na avaliação do Diap, da Arko e de Fleischer, o PMDB, que elegeu 75 deputados em 2002 e hoje conta com 78, em virtude do tradicional troca-troca dos parlamentares, terá a maior bancada na Câmara em 2007 e vai disputar com o PFL a maioria também no Senado.
A vantagem do PMDB, segundo os analistas, está na forte estrutura regional do partido. "O PMDB é um partido extremamente consolidado", disse Cristiano Noronha, da Arko.
Na avaliação dele, o PMDB elegerá entre 85 e 105 deputados. O Diap fala de 80 a 95 e Fleischer, de 90 a 95.
Já o Núcleo de Estudos do Congresso do Iuperj acha que o PMDB ficará com apenas 56 cadeiras.
"O PMDB vem caindo (perdendo cadeiras) ao longo do tempo e não tem candidato à Presidência", argumentou Fabiano Santos.
O Iuperj também aposta em uma redução na bancada do PFL, que elegeu 84 deputados em 2002 e hoje tem 20 parlamentares a menos. Para o instituto, o partido deve ficar com 61 cadeiras.
Já a Arko acha que os pefelistas, bem estruturados no Norte e Nordeste, devem eleger de 65 a 80 deputados. O Diap projeta uma bancada de 75 a 90 deputados e Fleischer, de 80 a 85.
Com relação ao PSDB, cujo candidato à Presidência, em coligação com o PFL, Geraldo Alckmin, aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, também há divergências.
O Iuperj aposta no crescimento do partido, enquanto os outros três acham que os tucanos devem repetir o desempenho de 2002, quando elegeram 70 deputados, embora hoje contem com 59.
A Arko prevê a eleição de 65 a 80 tucanos, o Diap de 70 a 85 e Fleischer, de 70 a 75. Para o Iuperj, o número fica em 78, se a eleição for definida a favor de Lula no primeiro turno.
Entre os que tentam chegar à Câmara, estão figuras conhecidas da política brasileira, como o ex-prefeito e ex-governador de São Paulo Paulo Maluf (PP), o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci (PT) e o ex-presidente do PT José Genoino. Há ainda novatos, como o apresentador e ex-estilista Clodovil, e uma longa lista de deputados envolvidos em escândalos de corrupção que tentam a reeleição.
Entre 91 deputados e senadores investigados por suposto envolvimento com a máfia dos sanguessugas e o mensalão, 63 tentam permanecer no Congresso.
A Arko e o Diap dizem que o novo Congresso deve manter uma correlação de força próxima da atual, com o governo tendo de costurar alianças para garantir uma maioria tênue.
COLLOR E SARNEY
No Senado, onde a disputa é por apenas um terço das vagas, espera-se que o PT mantenha as 12 cadeiras, podendo perder um parlamentar.
As previsões da Arko falam de 17 a 18 senadores para o PMDB, de 13 a 16 para o PSDB e de 18 a 20 para o PFL.
Algumas alterações interessantes poderão ser observadas na composição da Casa. Entre elas, por exemplo, uma vitória do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
O destino do atual senador e ex-presidente José Sarney também chama a atenção. Pela primeira vez, ele vem enfrentando dificuldades no Amapá e corre o risco de não se reeleger.
FONTE: Reuters(Texto do dia 01/10/2006)
LINK: http://about.reuters.com/dynamic/countrypages/brazil/1159701464nN30356545.ASP
SÃO PAULO, 1o de outubro (Reuters) - Apesar dos escândalos, o PT ainda deve sair das urnas neste domingo com uma bancada considerável no Congresso, avaliam especialistas. A maior bancada na Câmara e no Senado, no entanto, deve ser a do PMDB.
As eleições de domingo vão renovar as 513 cadeiras na Câmara dos Deputados e um terço do Senado, o que corresponde a 27 dos 81 parlamentares da Casa.
Em função do novo escândalo envolvendo petistas na compra de um dossiê contra políticos tucanos, alguns centros de estudos e empresas de marketing político revisaram suas projeções para a composição do novo Congresso, e há divergências quanto ao tamanho da nova bancada do PT na Câmara.
Na avaliação da consultoria Arko Advice, o PT --que hoje tem 81 deputados-- deve eleger uma bancada semelhante à atual, com 70 a 85 representantes. Já o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), prevê uma redução para 60 a 75 deputados.
Para o Núcleo de Estudos sobre o Congresso do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), o novo escândalo não afetará a tendência de crescimento da bancada petista. O Iuperj prevê a eleição de até 108 deputados petistas em função da grande popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
David Fleischer, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), afirma, no entanto, que o impacto das denúncias não pode ser subestimado.
"O PT foi bastante danificado em vários Estados", resumiu Fleischer. Ele avalia que o PT elegerá entre 45 e 50 deputados.
PMDB, PFL E PSDB
Na avaliação do Diap, da Arko e de Fleischer, o PMDB, que elegeu 75 deputados em 2002 e hoje conta com 78, em virtude do tradicional troca-troca dos parlamentares, terá a maior bancada na Câmara em 2007 e vai disputar com o PFL a maioria também no Senado.
A vantagem do PMDB, segundo os analistas, está na forte estrutura regional do partido. "O PMDB é um partido extremamente consolidado", disse Cristiano Noronha, da Arko.
Na avaliação dele, o PMDB elegerá entre 85 e 105 deputados. O Diap fala de 80 a 95 e Fleischer, de 90 a 95.
Já o Núcleo de Estudos do Congresso do Iuperj acha que o PMDB ficará com apenas 56 cadeiras.
"O PMDB vem caindo (perdendo cadeiras) ao longo do tempo e não tem candidato à Presidência", argumentou Fabiano Santos.
O Iuperj também aposta em uma redução na bancada do PFL, que elegeu 84 deputados em 2002 e hoje tem 20 parlamentares a menos. Para o instituto, o partido deve ficar com 61 cadeiras.
Já a Arko acha que os pefelistas, bem estruturados no Norte e Nordeste, devem eleger de 65 a 80 deputados. O Diap projeta uma bancada de 75 a 90 deputados e Fleischer, de 80 a 85.
Com relação ao PSDB, cujo candidato à Presidência, em coligação com o PFL, Geraldo Alckmin, aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, também há divergências.
O Iuperj aposta no crescimento do partido, enquanto os outros três acham que os tucanos devem repetir o desempenho de 2002, quando elegeram 70 deputados, embora hoje contem com 59.
A Arko prevê a eleição de 65 a 80 tucanos, o Diap de 70 a 85 e Fleischer, de 70 a 75. Para o Iuperj, o número fica em 78, se a eleição for definida a favor de Lula no primeiro turno.
Entre os que tentam chegar à Câmara, estão figuras conhecidas da política brasileira, como o ex-prefeito e ex-governador de São Paulo Paulo Maluf (PP), o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci (PT) e o ex-presidente do PT José Genoino. Há ainda novatos, como o apresentador e ex-estilista Clodovil, e uma longa lista de deputados envolvidos em escândalos de corrupção que tentam a reeleição.
Entre 91 deputados e senadores investigados por suposto envolvimento com a máfia dos sanguessugas e o mensalão, 63 tentam permanecer no Congresso.
A Arko e o Diap dizem que o novo Congresso deve manter uma correlação de força próxima da atual, com o governo tendo de costurar alianças para garantir uma maioria tênue.
COLLOR E SARNEY
No Senado, onde a disputa é por apenas um terço das vagas, espera-se que o PT mantenha as 12 cadeiras, podendo perder um parlamentar.
As previsões da Arko falam de 17 a 18 senadores para o PMDB, de 13 a 16 para o PSDB e de 18 a 20 para o PFL.
Algumas alterações interessantes poderão ser observadas na composição da Casa. Entre elas, por exemplo, uma vitória do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
O destino do atual senador e ex-presidente José Sarney também chama a atenção. Pela primeira vez, ele vem enfrentando dificuldades no Amapá e corre o risco de não se reeleger.
FONTE: Reuters(Texto do dia 01/10/2006)
LINK: http://about.reuters.com/dynamic/countrypages/brazil/1159701464nN30356545.ASP


















